Na noite calma da madrugada
Ao clarão da lua prateada,
Toca se o barco rio à fora
Que amanhã será outro dia
De sol quente ou água fria
Se o corpo dói e a alma chora

O caminho é longo e espinhento
Por entre o silencio há o lamento,
O respirar triste da solidão
Em que tu fala e ninguém te escuta
Sabendo que a vida é curta.
Aleguem aí segura a minha mão?

Nesta vida tão misteriosa
Onde a verdade chora nervosa
E a mentira tudo esconde
E eu já estou no dia de hoje
A amada minha está bem longe
Eu chamo e ela não responde!

Escrito as 01:49 hrs., de 11/04/2017 por
Nelson Ricardo

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