Poetas Independentes

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Meu eterno caipira

Lá no sertão
A labuta é grande no dia a dia,
Mas o caipira não desiste.

O sol impiedoso racha o chão.
Enquanto o caipira lavra a terra
E para o seu sustento caleja as mãos.

O suor escorrendo no rosto
Sorriso tímido na face aparece.
Faz tudo com tanto amor
Que até parece uma prece.

E aquele caipira que lavra a terra
Todos os dias pede para Deus abençoar
Para que em casa não venha nada faltar

Saudade daquele caipira
Que no sertão de Goiás
Calejou suas pobres mãos

Pra sua filha estudar
Hoje ela tem historias pra contar
Daquele caipira que não deixou nada faltar

A ti papai peço a Deus lhe abençoar.

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Tags: Goiás, caipira, papai, sertão

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