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SÉCULO XXI - 2010! "Em pleno século XXI, mantemo-nos sob coação centenárias na política traditória, em singular influência de mísera escravidão. Indefesos angularmente e vetados sócio-econômico-cultural de desenvoltura à progressão humano-político-optante." A transição de ontem para hoje, traria uma abertura para a renovação republicana democrática e esperança nobre de justiça básica de direitos, voltada para um módulo desconexo. Mais do que nunca, se viveu num trâmite e acatada índole defensiva pela libertação dum reprimido excesso regimentar, de forma que a nível nacional e respaldo ativo integral, não absorveu-se, o direito de ser e respeito mútuo. O proclame ao pudor atinge um ápice de indefeso processo dirigível ao meio tempo, num interditar de perdure à opressão. A dignidade humana na prepotencia política de atuais..anreriores, sequenciando autos,omondo versatilidades, ilustrando mudanças prévias, divisando normas, o parecer na forma de constituinte, fundindo-se à manifestação unilateral, sem grandeza de respeito ou unânimidade. E na efetiva do irreal, a consciência do consenso público desqualifica aos déspotas, pela mão solidariedade, faltosos compromissos, etc. e alerta-os para a incoveniencia e implementação de falsas posturas. Até agora, não há no mínimo uma apregoação simpática a toda politiquice, na sinceridade do cumprimento funcional em todo o decurso perecedor via regime imposto mantenedor e persistente, na demagôga e absurda fantasia para tal. O incomum acontece na desvirtuação paralela do interno cupulista. A prepoteência impetra o martírio, o abandono, a miséria... Assim, escala-se o pé do topo ropagado ao pedestal. Iniciando portanto, de mais a mais, o agrave. Desalentando até a maior perseverança, que carente de recomposição afaga devaneios de morosas resultancias, para efeito da desilusão. O aditivo simples, simpático e paliante, é fluxo do fluir e verter contemplativo indefinível às características se emanam e defrontam-se ao oblíquo e concretismo. E o confronto desaprimora, retarda, como base de prosseguir. Não há lei sem razão, ou razão sem lei. Cada consenso unificado seria a vazão de plenitude e visibilidade ara a retomada. Como qualquer ética ou terminologia, a nova república relevante, revela teoricamente teses emigradas com equiparações aos indesejavéis momentos históricos aterrorizantes e agônitos ao alheio. E faz-se ao reinvidicado pudor popular; tornando assim esperante e virtuosa reforma enso-humana, atrelada ao incomum desfecho impetrado, por omissão representativa da confiança traida, ao gesto unânime. Associam-se ideologias, divergidas ações, enfatizando a mesmice, sobretudo, o lado adicional para o efetuado marasmo.15/04/85 Simpatizarmos com indolências mistifica referência recessiva indigna. Aitônomos da vida, pertence-nos VIVER! Pertence-nos viver, passo-a-passo, lado-a-face, rumo a conciliação conclusiva afora a hipocrisia. Alvaro Sertano! Creative Commons License

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Comentário de Antonio Cícero da Silva(Águia) em 23 dezembro 2011 às 0:31

Meu caro  amigo Alvaro. Este é mais um dos seus brilhantes escrito... Sou seu fã... Abraços...

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